Começou numa parada de linha, às três da manhã.
A empresa nasceu de uma cena que muita gente de manutenção conhece: uma envasadora parada no meio da madrugada, e ninguém por perto que soubesse por quê. A Xaroventa foi montada para que essa cena aconteça menos.
Engenheiros que já apanharam do chão de fábrica.
Os fundadores vinham da manutenção e da integração de linhas em fábricas de alimentos e autopeças no interior paulista. Conheciam o custo de uma parada não planejada não pela planilha, mas pela ligação às duas da manhã.
Em 2017, três deles resolveram formalizar o que já faziam por fora: projetar automação que a própria equipe da fábrica conseguisse operar depois. Nada de caixa-preta. A regra desde o primeiro contrato foi entregar a documentação e treinar quem fica.
De um galpão emprestado em Diadema, a Xaroventa cresceu para um escritório no Brooklin e uma rede de integradores parceiros espalhada por várias cidades. O que não mudou foi o ponto de partida de cada projeto: entender o processo antes de propor a máquina.
Quatro linhas que a gente não cruza.
Não são valores de parede. São critérios que já nos fizeram recusar projeto e devolver adiantamento.
Nada de caixa-preta
A fábrica recebe o código, os esquemas e o treinamento. Se um dia quiser trocar de fornecedor, consegue. Automação que aprisiona o cliente não é serviço, é refém.
Entender antes de propor
Todo projeto começa com uma visita e observação da operação real, no turno real. A proposta vem depois de ver a variação da produção, não antes.
Aproveitar o que já existe
Quando a estrutura mecânica está boa, retrofit ganha da troca completa. Recomendamos o caminho mais barato para a fábrica, mesmo quando fatura menos para a gente.
Ficar por perto
A entrega não é o fim. Todo sistema sai com acompanhamento, e o que aprendemos volta como estudo de caso para a comunidade técnica.
O conhecimento não fica trancado.
Cada projeto vira material dentro da rede Xaroventa. Um erro de calibração resolvido numa fábrica de laticínios pode poupar semanas de outra, do outro lado do estado.
Os encontros acontecem em São Paulo, em Campinas e on-line. Integradores parceiros, engenheiros de manutenção e gente da operação sentam na mesma sala para discutir o que deu certo e, principalmente, o que deu errado. É a parte do negócio que menos fatura e mais sustenta o resto.
Se você trabalha com automação e quer participar, a porta de entrada é a página de contato. Enviamos o convite do próximo encontro e o acesso ao grupo de discussão.
Entrar na conversaQuer entender se faz sentido para a sua linha?
A primeira conversa é para separar o que vale automatizar agora do que é melhor deixar amadurecer. Sem compromisso de fechar nada.